Seminário em BH alerta: falta tecnologia para receber a Copa de 2014

Se a Copa 2014 no Brasil fosse hoje, o país não teria infraestrutura tecnológica suficiente para receber os mais de um milhão de turistas de todo o mundo que são esperados para o mundial. Para especialistas no assunto, que se reuniram ontem (25/08/2010) em Belo Horizonte, hotéis com internet precária e regiões ainda sem cobertura de telefonia são os maiores desafios para os governos e empresas privadas nos próximos anos e impedir que o evento de oportunidades e negócios entre na lista daqueles que merecem ser esquecidos.

Belo Horizonte é a oitava cidade-sede brasileira a receber as palestras. Ao final do evento, será elaborado um guia de referência, reunindo investimentos em tecnologia necessários em determinadas áreas, que será entregue ao Comitê Estadual da Copa 2014 e ao governador. ” Precisamos estar preparados não só na questão de infraestrutua das estradas, estádios e mobilidade urbana. Mas refletir como vamos receber um volume imenso de pessoas de vários países com língua diferentes”, disse o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL-MG), uma das entidades organizadoras do evento, José César da Costa.

Segundo ele na época do mundial o Brasil estará auge da revolução tecnológica e digital, o que mudaria a maneira de transmitir, assistir ao evento e também de fazer negócios. “Haverá comunicação durante 24 horas seguidas durante os 30 dias do mundial. Será que os hotéis, que precisam oferecer internet de alta resolução estão preparados para isso? Vamos receber moedas e cartões falsos de várias partes do mundo e como vamos identificar isso? A nossa idéia é levantar todas essas questões, a apontar soluções. Além de construir bons estádios, investir numa infraestrutura tecnológica para receber o evento é fundamental”, explicou. “Houve dificuldade em falar no celular, na transmissão das matérias por satélite Na África do sul que não pode repetir no Brasil”, comentou.

Luis Carlos Hirayaga, representante de uma empresa de telecomunicações, trabalhou na organização da Copa da Alemanha em 2006, disse que as distâncias demográficas do Brasil devem dificultar ainda mais a implantação de novas tecnologia no país. “Dificilmente estaremos preparados para atingir um nível de qualidade como foi no mundial há quatro anos.

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